GEDDEL ! QUEM VAI MANDAR SOLTÁ-LO?

Trégua de Temer dura pouco: Geddel preso abala Câmara

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O deputado Loures, pego com a boca na , digo com a mão na mala de dinheiro , flagrado em operação da Polícia Federal, devolveu a mala de dinheiro, foi gravado, e ainda assim, foi solto, justo no dia, que anunciou que iria fazer a delação premiada, abalando as estruturas do governo Temer.
Geddel, arquivo vivo, bomba atômica ambulante, desempenhou o papel de articulador de Temer no Congresso, (imaginem os "acordos" feitos....) confidente e parceiro de Temer ha muitos anos, Chefe de Gabinete do seu Governo, Vice Presidente da Caixa Econômica, Ministro de Integração Nacional, benza Deus se falar...logo....ALGUÉM VAI SOLTÁLO.
"A prisão de Geddel Vieira Lima, embora já afastado há meses do cargo de ministro-chefe da Secretaria de Governo de Michel Temer tem um efeito avassalador nas articulações do atual ocupante do Palácio do Planalto para barrar na Câmara a denúncia de Rodrigo Janot contra ele.
É que Geddel – se é que não era ainda – o maior articulador de Temer entre os deputados e, como tal, é senhor de acordos e negócios que, antes e depois do impeachment de Dilma Rousseff, foram feitos para desmontar o governo legítimo e montar as estruturas do ilegítimo.
Do núcleo da quadrilha do PMDB na Câmara, excluindo o próprio Michel Temer, seu “capo”, mais da metade está presa: Eduardo Cunha, Henrique Eduardo Alves e, agora, Geddel.
A certeza da impunidade e esta própria escassez  de comparsas livres levou Geddel a cometer o erro de pressionar a mulher do doleiro Lúcio Funaro, por mensagens de celular, onde era identificado por “Carainho”. Foi o “gancho” para dar bambu para flecha do Dr. Janot, através de seus subordinados do MP do Distrito Federal, fazer um estrago na defesa de Michel Temer.
Ao contrário da baiana da cancão, tem deputado de sobra querendo que Geddel caia pra longe de si."

ESTADÃO: 

Solto, Geddel pode ‘escamotear/esconder’ propina, afirma juiz

Vallisney de Souza Oliveira, da 10.ª Vara Federal, destacou relatos do doleiro Lucio Funaro que revelou propina de R$ 20 milhões em espécie ao ex-ministro de Temer

Julia Affonso, Fábio Serapião e Luiz Vassallo
03 Julho 2017 | 18h53
Geddel Vieira Lima. Foto: Dida Sampaio/Estadão
O juiz federal Vallisney de Souza Oliveira, da 10.ª Vara Federal, afirmou na decisão que mandou prender o ex-ministro Geddel Vieira Lima (Governo Temer) que, solto, o peemedebista poderia esconder propina. Geddel foi capturado, na Bahia, pela Polícia Federal nesta segunda-feira, 3, por tentativa de obstrução de Justiça.

Documento

Vallisney destacou no decreto de prisão relatos do doleiro Lucio Funaro, que apontou propina de R$ 20 milhões em espécie a Geddel pela atuação em esquema de corrupção na Caixa Econômica Federal.
“Conforme declarações de Lúcio Bolonha Funaro, somente em decorrência da atuação de liberação de empréstimos às empresas J&F, Marfrig e Bertin, mediante práticas ilícitas de cobrança de propinas como forma de liberação do empréstimo e sobre o percentual do empréstimo, o investigado Geddel Vieira Lima teria recebido dele Lúcio Funaro cerca de R$ 20 milhões em dinheiro.”
A Procuradoria da República, no Distrito Federal, afirma que o ex-ministro estaria tentando obstruir investigação que apura irregularidades na liberação de recursos da Caixa Econômica Federal . O objetivo de Geddel, afirmam os procuradores, seria evitar que o ex-presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), e Lúcio Funaro firmem acordo de colaboração com o Ministério Público Federal. Para isso, teria atuado para assegurar que ambos recebam vantagens indevidas, além de ‘monitorar’ o comportamento do doleiro para constrangê-lo a não fechar o acordo.
Geddel é um dos investigados na Operação Cui Bono. Deflagrada no dia 13 de janeiro, a frente investigativa apura irregularidades cometidas na vice-presidência de Pessoa Jurídica da Caixa Econômica Federal, durante o período em que foi comandada pelo peeemedebista.
Vallisney destacou ainda que os ‘fatos e condutas se iniciaram no ano de 2011, quando da nomeação de Geddel Quadros Vieira Lima para o referido cargo na Caixa Econômica Federal, tendo ocorrido episódios tidos como delituosos posteriormente à saída do investigado da Vice-Presidência’ do banco.
“A autoridade policial primeiramente relata fatos e condutas ilícitas praticadas por Geddel Quadros Vieira Lima em conluio com Eduardo Cunha, Lúcio Bolonha Funaro, Fábio Cleto quando ocupava a Vice-Presidência de Pessoa Jurídica da Caixa Econômica Federal, atuando na liberação manipulada de empréstimos a determinadas empresas, mediante posterior obtenção de vantagem indevida decorrente das empresas beneficiárias desses créditos liberados”, narrou o magistrado.
“Como registra o Ministério Público Federal, em seu douto parecer, a prisão preventiva no caso se justifica ‘para preservar a ordem pública, em um quadro de corrupção sistêmica e de reiteração delitiva ( .. . ) a fim de impedir novas condutas criminosas’, como a continuidade da lavagem do dinheiro produto dos mencionados delitos.”
A reportagem tentou contato com o advogado que representa Geddel Vieira Lima. O espaço está aberto para manifestação.

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