YEMANJÁ! A GRANDE YÁ SORRI DOS "ECOLOGISTAS" ENTRÃO E NÃO OS DEIXA DESTRUIR OS GESTOS DE AMOR.

SALVADOR, ILHA, LAURO, TODA A ORLA DA BAHIA, TODA A ORLA DO PAÍS LEVA O GRANDE GESTO DE AMOR DE SEUS FILHOS, CADA VEZ AUMENTANDO E ENGROSSANDO A MULTIDÃO.




O









O Rio Vermelho concentra com mais ilustração, a grande energia positiva, a energia do amor que sai das pessoas das mais diversas classes sociais, das mais diversas posições, dirigida a nossa grande mãe, a rainha do mar, Iemanjá.

Tradição centenária, dos pescadores e das casas de santo, dos filhos de santo, desde os tempos idos e longos atras, o presente da rainha do mar, é um momento especial, tanto nos candomblés da Bahia e do país, especial para todos os pescadores que vivem da sua boa vontade, especial para os seus filhos que, de uma forma ou de outra se viram para levar o seu presente possível, ou para botar nos balaios nos candomblés, ou nos balaios das colonias de pescadores, ou mesmo jogando no mar diretamente.
O FORTE, PODEROSO, TRADICIONAL PRESENTE DESCENDO DO ALTO BELA VISTA EM PONTA DE AREIA












O RIO VERMELHO EMOCIONA QUEM VÊ. "O PRESENTE PODE SAIR!
As filas que se formam desde a madrugada, de pessoas de toda a cidade, botando ali seu perfume, sua flor, seu pedido, seu agradecimento.
A tardinha, quando o sol está esfriando, quando as mais velhas olham o mar e decidem: O PRESENTE PODE SAIR!  dezenas de balaios com flores descem para os barcos e seguem para  botar o presente em alto mar, numa bela expressão de amor e agradecimento às aguas, a Iemanjá.

VÁRIOS CANDOMBLÉS LEVAM PRESENTES, NO DIA 02 DE FEVEREIRO E EM DATAS DIFERENTES.

Os Candomblés cultuam a mãe das águas em vários momentos e o presente é o momento especial. O Opo Afonjá, de onde sou filho, em novembro, sai um belo presente, com flores, perfumes (sem o frasco) e seguindo todos os rituais, preceitos e comidas, seguem as Ebami, os mais novos, para o mar em uma escuna, animada, com boa energia, seguindo a tradição secular e deposita nas aguas o presente de nossa mãe. Todas as outras casas originárias tanto do Afonjá, como das tradicionais casas de todas as nações, fazem este grande momento centenário que vai seguir por centenas de anos, porque o amor à mãe das águas é eterno.

Na Ilha, no tradicional, antigo, forte Camdomblé de Orixás e de Eguns, no Alto do Bela Vista, se organiza e desce a ladeira o presente com dezenas de balaios para seguir para o ar a partir de Ponta de Areia.

"ECOLOGISTAS" QUE VIRA E MEXE TENTAM IMPEDIR OS RITUAIS DO CANDOMBLÉ, COMO AS OFERENDAS, QUEREM TAMBÉM IMPEDIR QUE OS FILHOS LEVEM AO MAR SUAS FLORES, COMIDAS DOS PRECEITOS DAS CASAS DE SANTO.

Tem alguns anos, cerca de 15 anos, que os grupos chamados de ecologistas, OS MESMOS QUE TENTAM NAS CASAS LEGISLATIVAS TORNAR AS MATANÇAS EFETUADAS NO CANDOMBLÉ, COMO PROIBIDAS, vão ao Rio Vermelho e a imprensa, tentando impedir a tradição, impedir a religião, impedir o amor à rainha do Mar.

Dizem que comidas, flores, causam poluição no mar, prejudicam os peixes.
Nossa mãe das águas, feliz com os seus presentes, nesse mar imenso, sabe o que fazer com que recebe, tudo se diluem e não deixa acontecer nenhum prejuízo.
Ela mesmo não vai permitir sua tristeza nem a de milhões de brasileiros. O que veio da tradição centenária vai continuar pelas centenas e centenas de anos.

Odó Yá!
Antonio do Carmo









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