PHA AS VEZES EXAGERA NA LINGUAGEM, MAS, NA ESSENCIA TÁ CORRETO. É "REPUBLICANO"" IR PRA CIMA!!!!

Por que o delegadozinho dá um Golpe?

publicado 13/09/2015
Tem menos chance de impítim quanto mais a Casa Grande o quer.
bessinha paulinho
Por que o delegado da PF, esse que o Janio analisou com precisão, se acha no direito deprender o Lula?

Por que o procurador do Ministério Público do DF se acha no direito de prender o Lula?

E os dois reconhecem que não tem provas!

Por que?

Porque o Moro deita e rola, afronta as instituições, abala a Economia, só prende na base aliada – com tucano, não vem ao caso… - e não acontece nada?

Por que o ministro (sic) Gilmar faz política partidária sentado na cadeira de Juiz, trama contra o mandato da Presidenta na companhia de dois…  - e não acontece nada?

Por que vaza tudo?

Vaza da Vara do Moro.

Vaza da PF do zé.

Vaza do Ministério Público do Dr Janot.

E vaza o que eles querem.

E vaza para o PiG !

E não acontece nada.

Porque o Governo e o PT não travaram o combate político.

Se acovardou, desde o mensalão do PT (o do PSDB se desfez como a reputação do ministro (sic) Gilmar, segundo o presidente Lewandowski).

O Governo Dilma e o PT caíram na esparrela de que o julgamento do mensalão era uma questão da Justiça.

E não botaram o carro na rua.

Não foram berrar na porta do Supremo.

Não reagiram na Justiça e no PiG.

Não encurralaram o PiG.

Trava-se uma batalha política feroz, inusitada, para derrubar uma Presidenta eleita pelo povo – e o Governo acha que o Moro busca a Justiça!

A Lei!

Que a Polícia Federal ainda é aquela republicana, dos tempos do Dr Paulo Lacerda!

Não!

A PF do zé é a sede do Golpe.

A PF do zé é pior que a PF do Fernando Henrique.

Mais partidária.

Mais tucana.

É o braço armado do Golpe!

Desgovernada.

Enquadrar a PF seria uma providência rotineira, administrativa.

Demite o Diretor-Geral e troca todas as diretorias regionais.

Bastava ter ¼ da coragem do Brizola.

Enquadrar o PiG?

Simples.

Fechava a SECOM e sua mídia técnica.

E acabava com o BV (também conhecido como “propina”) da Globo!

Elementar.

Uma portaria da Casa Civil e acabava com essa farra de engordar a Globo.

E o que fazer com os fanfarrões do Janot, e com o ministro (sic) Gilmar?

O que fazer com o Tribunal das Contas, que abriga mais suspeitos que a Operação Zelotes,como o ilustre relator Nardes?

E os processos que o Gilmar abre no TSE segundas, quartas e sextas, para ver se um deles cola?

Como enfrentar essa ofensiva Golpista?

Disputar a arena do debate político e público.

Enfrentar os panelaços que não resistem ao kamômetro.

Ir pra cima!

Como?

Com quem?

Com o ?

Com o General Assis Oliva?

Assim, é melhor renunciar, como sugere inútil editorial da Fel-lha.

Vamos deixar à parte, provisoriamente, a questão do “ajuste” no lombo só dos pobres.

(Parece que o Levy resolveu mirar no lombo dos ricos, também.)

Também não vale a pena transformar essa Standard & Poor's da Dona Lisa Schineller naquilo que o Tasso Jereissati pensa que é: o Carlos Lacerda!

Lacerda já morreu e a Oposição não tem nada que se assemelhe a ele – em talento ou em poder letal.

Ainda assim, o Governo se deixou trancar na casinha do neolibelismo.

É um Governo do ajuste.

Por enquanto, está mais para Tsipras do que para Putin.

Mas isso uma CPMFzinha conserta, um Imposto de Renda mais progressivo, um Imposto sobre Grandes Fortunas (o único previsto na Constituição de 88 e ainda não regulamentado…).

A prioridade é enfrentar politicamente esse pretenso Golpe, que tem menos chance de ocorrer quanto mais a Casa Grande o deseja.

O impítim não é de verdade.

É uma bolinha de papel.

Faz parte da política de sangramento.

É para desgovernar a Dilma e impedir a eleição do Lula - que está pronto para se candidatar,como se viu em Buenos Aires.

O sangramento não interessa ao Trabuco, ao dono do Itaú, nem ao filho do Roberto Marinho.

Enfrentar esses delegadozinhos aecistas, os fanfarrões do Janot e o despudor do ministro (sic) Gilmar e do Moro é uma questão de mais ou menos sangue ao longo dos próximos três anos e três meses.

Reduzir a margem de instabilidade política.

Porque é isso o que atrapalha.

E, não, a Economia.

O impítim é um cacoete.

Uma fixação.

Uma patologia.

De quem não ganha eleição.

E o vencedor da próxima será quem o Lula quiser.

Paulo Henrique Amorim

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