Presidente da Johnson & Johnson no Brasil diz que situação econômica no Brasil não é tão boa e nem tão ruim

PREFIRO ESTA OPINIÃO À DA GLOBO.



Nesta quarta-feira (25), a presidente da Johnson & Johnson no Brasil, Maria Eduarda Kertész, durante fórum da Mulher Administradora, que acontece  em auditório da Casa do Comércio, no Caminho das Árvores, criticou sobre o tipo de liderança servidora. "[Essa liderança é ] achar que as pessoas estão ali para te servir. Acha que só você sabe e não ouve. A arrogância é um dos muitos problemas da liderança. Eu acho que tem que ouvir. Ter pessoas que te falem a verdade é muito importante. Como evitar, não sei, mas acho que humildade já vale", afirmou.


Durante palestra do fórum da Mulher Administradora, que acontece nesta quarta-feira (25), em auditório da Casa do Comércio, no Caminho das Árvores, a presidente da Johnson & Johnson no Brasil, Maria Eduarda Kertész, falou sobre a expectativa da economia brasileira. Para ela, a situação econômica não é nem tão ruim nem tão boa. 

"A qualidade de um profissional brasileiro hoje é o que que a gente aprende com essa volatilidade. Para ter plano B, descobrir alternativa para cortar custos. A mensagem que eu deixo para meu time é de deixar o pessimismo de lado. A gente tem que ser criativo e buscar vendas.  Todos os produtos, como Listerine e shampoo [produtos da Johnson & Johnson], ainda tem como crescer", disse Maria.

A gestora destaca a necessidade de protagonismo e gostar do que se faz: "Só depende de você e achar desculpa não resolve. E nada do que se faz sem paixão é bom", afirmou. Maria comentou também sobre o desafio de conciliar a vida pessoal e profissional. "Acho que para as mulheres é mais difícil, porque a gente se cobra mais. No meu caso, fui promovida a diretora de Marketing com 29 anos. Logo depois estava grávida. Eu vi que se não fosse naquele momento não ia ser em outro", enfatizou.

Presidente da Johnson & Johnson no Brasil fala sobre carreira: "Assumi posições de liderança cedo"


A presidente da Johnson & Johnson no Brasil, Maria Eduarda Kertész, abriu o ciclo de palestras do fórum da Mulher Administradora, que acontece nesta quarta-feira (25), em auditório da Casa do Comércio, no Caminho das Árvores. Ao começar a palestra, Maria salientou que não é uma especialista em liderança feminina, nem estudiosa do assunto, mas decidiu relatar a sua experiência profissional. "Sem que isso seja uma fórmula. As mulheres ainda são 5% nos conselhos de administração. Acho que o papel de cada um de nós é incentivar uma às outras", disse.

A gestora falou sobre sua carreira. Com 17 anos, ela foi morar em São Paulo, e de lá fez admnistração na Faculdade Getúlio Vargas. "Fui estagiária da Johnson & Johnson. Fui fazer especialização nos Estados Unidos e depois voltei ao Brasil. (...) Uma coisa que marcou minha carreira foi assumir posições de liderança cedo e muitas vezes sem estar preparada. Esses momentos onde a gente não se sente pronta é onde a gente mais aprende. Já vi muitas mulheres desistindo porque acharam que não dariam conta. E no final acho que a gente dá conta", contou."
(transcrito do Metro1)

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