RUI COSTA VAI FAZER REVOLUÇÃO NA POLÍTICA DE COMUNICAÇÃO? QUAL?


TEM QUE MUDAR TUDO.

O governador eleito tem feito observações criticas, sobre a política de comunicação (ou falta dela) no programa de Mario Kértesz na Metrópole.
Vale pegar a ponga e fazer algumas observações para construir.
Na verdade a “Política de Comunicação” do governo Wagner, segue  praticamente a mesma concepção aplicada pela antiga Agecom dos sucessivos governos carlistas.
Nem se modernizou o suficiente, acompanhando os novos tempos da circulação da informação, nem considerando a nova lógica a partir da “ruptura” governoXpequeno lote de veículos prioritários na difusão das noticias, atuantes como diários oficiais.
Nos governos anteriores produzia-se a noticia informação do governo, a rede Bahia e uma meia dúzia de veículos a reproduziam como diários oficiais e todos ficavam satisfeitos, sem prezar pela qualidade da noticia/informação passada.
Só que, com a chegada de Wagner, esta “ligação” foi rompida, A Rede Bahia continuou com sua cara e função de apoio ao projeto de poder dos carlistas, tornando-se necessário um novo tipo de comunicação que chegasse aos milhões de baianos o essencial.

NÃO FOI FEITO ESSE DEVER DE CASA (e quase pagamos por isso)
O que o governo faz, o que o governo vai fazer quais as mentiras que se falam do governo, quem fala pelo governo, quais ajudam a falar pelo governo, como o povo pode falar pelo governo e como o “governo fala” para que possa ser lido, visto, entendido, por milhões.
A estrutura da Secom, na área de comunicação, (com excelentes profissionais de comunicação) precisaria ser completamente reformulada, reciclada, adaptada aos novos tempos.

O QUE FAZER?
Deveria ser criado um núcleo de bons profissionais de comunicação (que entendam também de política) auxiliar ao Secretário de Comunicação, que, diariamente, pautasse e cria-se as condições de responder, todas as necessidades de informação do governo para a sociedade, com base nos dados conjunturais internos e externos.
Dali sairia as sugestões de quem falar, o que, quem preparar, quais os mecanismos, veículos, meios, mídias, enfim, como, DIARIAMENTE, o governo vai informando a sociedade, de forma viva e atualizada, seja na capital , seja no interior.

CALUNIAS, MENTIRAS, MÁ INFORMAÇÃO, DESINFORMAÇÃO, DISTORÇÕES SOBRE O GOVERNO DEVEM SER RESPONDIDAS DE PRONTO.
 Essa nova estrutura de assessoramento deveria municiar o governo com as respostas, quais conteúdos, quem falar quem escrever, qual, quais autoridades responder, qualquer um dos itens acima que o governo sofra, por parte de quem quer que seja.
(é preciso romper com a afirmativa dogmática que se aplica a quase tudo: “não, isso é melhor não responder que termina se diluindo”, enquanto nos tempos atuais, nos sabemos que o assunto “sai de pauta” mas seus efeitos daninhos vão se multiplicando pelas redes de informações)

APAGAR E COMEÇAR DE NOVO A FORMA COMO SE ESCREVE OS TEXTOS DA SECOM/ASCOMS NOS  SITES, REDES (também) ROMPENDO COM OS VELHOS TEXTOS VINDOS DA concepção de AGECOM
A nova Secom precisa modificar, completamente, a forma de escrever os textos, a titulação, a apresentação/diagramação do site, o “amontoado” sem fim de matérias que se neutralizam.
Enfim, a Comunicação precisa modificar a cara atual, que não sei se vem das escolas de comunicação ou se da antiga Agecom dos governos anteriores.
Os textos são longos, cheios de explicações intermináveis, todos, mesmo com temas diferentes, passam a sensação de que são iguais saídos de uma forma única, a mesma quantidade de parágrafos, que, hoje em dia, ninguém ler.

TRANSFORMAR O SITE ATUAL EM ALGO COM CARA DE UOL, BAHIA NOTICIAS, BRASIL247, SITES DE GRANDES JORNAIS COMO A FOLHA/ESTADÃO.
Estes sites, tem uma forma de dar a informação, com textos curtos, passando o essencial e, jogando pra outro link se a pessoa quer aprofundar algum assunto.
Alem do texto curto, é preciso identificar o atrativo de cada matéria na definição do título.
Quais são as  informações prioritárias em cada dia/momento?
Quais as respostas/polêmicas do governo a ataques sofridos que estão no site?
É preciso mudar, radicalmente a cara do site, de forma a dar aparência de noticioso e não de Diário Oficial tradicional, para que possa , tanto ser lido, como multiplicado infinitamente pelas redes.

AS REDES SÃO UM AVANÇO, MAS AINDA ESTÃO PRESAS À CONCEPÇÃO DE IMPRENSA DIARIO OFICIAL.
Apesar de uma tentativa de “libertar-se” das amarras dos textos “Diario Oficial”, ainda são escritos dessa forma limitada, diminuindo o alcance de expansão da noticia pela rede.
Formato curto, títulos atrativos, frases que contemplem o conteúdo principal, gera, tanto a multiplicação da informação, como a aspirada interatividade do Governador Rui Costa.
Fazer revolução nessa área também. Tratar como se fosse paginas, grupos, áreas particular/política por excelência.

PEQUENOS FILMES DO GOVERNADOR/SECRETÁRIOS, sobre temas interessantes, ou polêmicos, ou inéditos, farão um grande sucesso de compartilhamento NAS REDES.

CONVERSA COM GOVERNADOR, EXCELENTE INSTRUMENTO. POR QUE NÃO É FILMADO TAMBÉM?
Deve-se alem de manter esse excelente trabalho, vai ser muito importante filmar o governador semanalmente, com temas atrativos e inéditos também, dando “furos de reportagem” aos milhares de compartilhamentos, reproduções nos diversos meios do interior e também da capital.

“PRESERVAR O GOVERNADOR” (em excesso, fora de moda, fora dos tempos atuais, prejudicial à sua imagem)
Claro que não se defende arroz de festa, mas, temas polêmicos, governador sempre tem opinião. Ou expressa diretamente ou através do porta voz. Não dá é para se omitir, fazer política de avestruz.
Não se pode esconder o governador. A forma como o vemos, como o povo deve o ver deve ser completamente diferente dos governadores anteriores à Wagner.
AS "POLÍTICAS PÚBLICAS" DEVEM SER PARA AJUDAR A MULTIPLICAR O ACESSO DA POPULAÇÃO À INFORMAÇÃO.
o universo, na capital e interior, de homens e mulheres que aspiram um impulso para montar a sua rede de informação, seu site é imensa. cabe ao estado, a Secom em particular, estimular para que "mil flores desabrochem" em todas as áreas da comunicação popular. 

IRDEB / RADIO EDUCATIVA
Tem que mudar tudo...(ficou longo, depois escrevo..mas, fica a pergunta, por que a Radio Educadora, saiu de segundo lugar em audiência para nono ou decimo,...?)

Antonio do Carmo






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